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Barrela

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Barrela em quadrinhos é uma adaptação do texto teatral homônimo do dramaturgo brasileiro Plínio Marcos em formato de graphic novel (história em quadrinhos) desenhada por João Pinheiro, que é também coautor do quadrinho Carolina, juntamente com Sirlene Barbosa e do quadrinho Depois que o Brasil Acabou, lançado pela editora Veneta.

Barrela é um quadrinho brasileiro ambientado no submundo do Brasil. Esse livro de quadrinhos tem capa brochura, 128 páginas em preto e branco. A edição foi impressa em papel pólen. O design da capa ficou por conta do Victor Marcello e a edição foi coordenada pelo Lobo. Esse romance gráfico foi produzido com o apoio do Proac Quadrinhos, da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo.

 

SOBRE A TRAMA DO QUADRINHO BARRELA

Ainda atual, Barrela é uma denúncia do descaso e da violência do sistema carcerário brasileiro. O próprio Plínio conta o que o moveu para escrever a peça, em 1958. “Houve um caso, em Santos, que me chocou profundamente: um garoto foi preso por uma besteira e, na cadeia, foi currado. Quando saiu, matou quatro dos caras que estavam com ele na cela. Fiquei tão chocado com esse negócio todo que escrevi a Barrela.”

Barrela, obra de estreia do dramaturgo Plínio Marcos, é adaptada pela primeira vez em quadrinhos no traço do desenhista e quadrinista brasileiro João Pinheiro, lançado pela Brasa Editora no Brasil. O texto de Barrela completou 60 anos em 2019, contando desde a primeira apresentação, em novembro de 1959. Ficou censurado por mais de vinte anos e só pode ser montado novamente em meados de 1980, quando a obra de Plínio Marcos foi liberada. Entretanto, desde 1979 era clandestinamente apresentada pelo grupo O Bando, em sessões à meia-noite, no porão do Teatro Brasileiro de Comédia, espaço cedido pelo ator e diretor Antônio Abujamra.

João Pinheiro carrega Plínio como forte influência no seu trabalho e aprendizado artístico, já que ele e outros escritores marginalizados falam de coisas que o interessam, sobre os extremos e as pessoas que mais sofrem na sociedade.

Plínio foi sempre defensor da cultura popular, da liberdade de expressão, da luta contra a censura, uma luta pelo povo, pelos excluídos, essa é a obra dele. O teatro do Plínio Marcos só faz sentido quando for uma tribuna livre, onde possam ser discutidos até as últimas consequências todos os problemas do homem, assim é o Barrela, seu primeiro texto”, diz Kiko Barros, filho e detentor dos direitos da obra de Plínio Marcos.

Esta publicação foi realizada com apoio do PROAC Quadrinhos nº 22/2020 da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.

CategoriasAdaptação
EditoraBrasa
AutorJoão Pinheiro , Plínio Marcos
Páginas128
Ano2022
Tipo de capaCapa Dura
CorP&B
Dimensões2cm x 15cm x 23cm